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| Yamamuro vs. Kubota: O Duelo de Estilos que vai Definir o Futuro de Dragon Ball Super |
O anúncio de Dragon Ball Super: Beerus (o remake/remaster de 2026) e da sequência com a Saga de Moro trouxe uma confirmação que pegou muita gente de surpresa: teremos dois diretores de design diferentes trabalhando ao mesmo tempo. Enquanto o remake vai continuar nas mãos de Tadayoshi Yamamuro, o arco inédito da Patrulha Galáctica ficará sob a responsabilidade de Chikashi Kubota.
Mas o que isso muda na prática para quem assiste? Vamos analisar como esses dois gigantes moldaram o visual de Dragon Ball e o que esperar dessa transição.
1. Tadayoshi Yamamuro: A Nostalgia da "Era de Ouro"
Yamamuro é um veterano que praticamente definiu o visual de Dragon Ball Z. No novo projeto Dragon Ball Super: Beerus, a missão dele é condensar e dar um tapa no visual dos primeiros arcos do Super.
O Estilo: Yamamuro foca em traços mais rígidos, com sombras bem marcadas e aquele aspecto "brilhante" que dominou a série original de 2015.
O Objetivo: Como esse projeto quer alinhar o anime ao mangá (corrigindo aqueles erros que a gente discutiu no post sobre o Renascimento de Super, a escolha do Yamamuro é uma aposta segura para quem gosta do visual clássico e polido.
2. Chikashi Kubota: Fluidez e Movimento Puro
Kubota conquistou os fãs em Dragon Ball Super: Super Hero. A pegada dele é totalmente diferente e será o pilar da Saga de Moro.
O Estilo: Inspirado pelo traço do Shintani (aquele do filme do Broly), o design do Kubota é mais "solto", com linhas finas e uma anatomia que prioriza o movimento da luta em vez de poses paradas.
A Psicologia Visual: Kubota domina a Psicologia das Cores, usando tons menos saturados que dão um ar mais sério e de cinema. Para um vilão sinistro como o Moro, esse estilo é fundamental para passar a sensação de medo.
3. Por que dividir a produção em duas frentes?
A estratégia da Toei e da Capsule Corporation Tokyo parece bem clara:
O Remake (Yamamuro): Serve para "limpar a barra" dos primeiros episódios de Super, entregando uma versão definitiva com qualidade técnica superior para quem quer rever a história.
O Futuro (Kubota): A Saga de Moro exige um tom mais maduro. O Kubota traz a modernidade necessária para que Dragon Ball bata de frente com os animes de topo da atualidade.
Essa mudança reflete bem a evolução que a gente mostrou na análise sobre a Anatomia Saiyajin, onde a franquia está sempre descartando o que é antigo para focar no potencial máximo de cada fase.
4. O Impacto na Saga de Moro
O Moro é um vilão que usa magia e absorção de energia, o que pede efeitos visuais complexos. Como vimos no nosso guia sobre o Moro: O Devorador de Planetas, as batalhas serão pesadas. O traço do Kubota vai permitir que essas lutas tenham coreografias muito mais dinâmicas, lembrando o que a gente vê no Dragon Ball Sparking! ZERO, onde a fluidez é o que manda.
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| Yamamuro vs. Kubota: O Duelo de Estilos que vai Definir o Futuro de Dragon Ball Super |
Conclusão: O Melhor de dois mundos é ter o Yamamuro cuidando do legado e o Kubota desenhando o futuro é a melhor notícia que a gente poderia receber. Dragon Ball está respeitando sua história enquanto se moderniza para as novas gerações.
E você, qual estilo prefere? O visual mais rígido do Yamamuro ou a fluidez moderna do Kubota? Deixe sua opinião nos comentários e aproveite para conferir o nosso post sobre Dragon Ball Daima, que também trouxe uma revolução visual para a franquia!

